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Mandala de tucunarés de Francimar Barbosa. |
Precisamos, enfim, de poetas, de muitos poetas na Amazônia, que eternizem no verso os anseios e os sentimentos do povo. Pedro Calmon os reclamou para a Bahia, e agora clamamos por eles, para que, mergulhados embora nas duras realidades e integrados nas mais adiantadas realizações, não percamos aqui o direito maravilhoso de sonhar. Sonhar, sim, que é a maneira melhor de ter o cérebro a ferver e o coração em festa! Poetas da Amazônia, deveis multiplicar-vos!
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